As provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) serão aplicadas no próximo fim de semana para mais de 4,1 milhões de candidatos inscritos. No total, serão cobradas 180 questões de múltipla escolha, divididas em quatro eixos: ciências da natureza, ciências humanas, linguagens e matemática. Também haverá uma redação.
Os portões de acesso aos locais de prova serão abertos às 12h e fechados às 12h55 (horário de Brasília). Em todo o país, as provas começarão às 13h. A recomendação é que o candidato vá na véspera até onde fará a prova para calcular o tempo de trajeto e conhecer o local.
"Com o adiamento da prova, os locais de prova mudaram. Se o aluno não tiver recebido um novo cartão de confirmação da inscrição, ele deve acessar o site do Inep para checar", afirma Alberto Francisco do Nascimento, coordenador do Anglo.
Fonte: Portal G1, data da Matéria: 03/12/2009 - Retirado o recorte na mesma data.
Se ter hábitos sustentáveis fosse divertido (e, talvez, seja) você estaria mais disposto a adotá-los? A Volkswagen acredita que sim e, por isso, criou a Fun Theory. A ideia é incentivar as pessoas a mudarem para melhor sem precisar discursar, apenas com um estímulo à diversão.
Para provar a teoria, foram criadas três situações para estimular atitudes ecologicamente corretas: - uma lixeira que, ao receber lixo, faz um som engraçado, simulando profundidade, como o de desenhos animados quando algum objeto ou personagem cai de um lugar muito alto; - a escada de piano e - um depósito de garrafas de vidro para reciclagem que acende luzes e acumula pontos à medida em que são as unidades são descartadas.
Tudo acontece de maneira bastante natural. As instalações são “abandonadas” na rua até que alguém resolva testá-las e ver como funcionam. Não foi preciso ter nenhuma placa de “experimente” para que o os pedestres preferissem a escada de piano à escada rolante, logo ao lado. A lixeira, depois que passou a fazer barulho, recolheu 41 kg a mais que outra, comum, bem próxima dali e o coletor de garrafas foi usado por quase mil pessoas enquanto o convencional foi escolhido apenas duas vezes.
Os vídeos servem como inspiração para quem quiser publicar a própria invenção, que pode ser apresentada também no formato de fotos ou desenhos e não precisam, necessariamente, ter o meio ambiente como tema. Os 10 melhores serão selecionados em dezembro e colocados em prática e seus criadores ganharão prêmio em dinheiro. Ser sustentável pode ou não pode ser legal?
Fonte: Super Interessante - 24/11/2009 Recorte no dia 01/12/2009 - - - > http://super.abril.com.br/blogs/planeta/209719_post.shtml
O ensino que mais cresce no País hoje é o ensino superior a distância. De acordo com os dados do Censo do MEC divulgado hoje, 115 instituições ofereceram, em 2008, cursos de graduação a distância. São 18 a mais em relação às registradas no ano de 2007. “A oferta de ensino à distância é uma tendência mundial acentuada ainda mais pelas novas tecnologias”, explica Reynaldo Fernandes, presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep). De acordo com ele, o perfil do aluno é diferente no curso a distância e nos presenciais. "São, muitas vezes, alunos mais velhos e que trabalham", completa.
O número de vagas e cursos cresceu ainda mais. Foram criados 239 novos cursos, representando um aumento de 58,6% no período. E o número de vagas cresceu 10,3%, ou seja, uma oferta de 158.419 vagas a mais. O crescimento no número de vagas da educação a distância deu prosseguimento a um aumento que se observa desde 2003. Ao contrário do ensino presencial, o total de novos alunos quase dobrou na comparação de 2007 e 2008. O aumento de calouros foi de 42,2%.
De acordo com a secretária de Educação Superior do MEC, Maria Paula Dallari Bucci, os dados tendem a crescer ainda mais no próximo censo. "As instituições federais que fazem parte do Universidade Aberta do Brasil vão oferecer cada vez mais vagas a distância", afirma. De acordo com Reynaldo Fernandes, exames de qualidade dos alunos deixam claro que não há diferença no ensino. "O desempenho tem sido o mesmo", afirma.
Contra a tendência dos cursos presenciais, ensino a distância cresce no País
27/11 - 11:36 Erika Klingl, iG Brasília
O ensino que mais cresce no País hoje é o ensino superior a distância. De acordo com os dados do Censo do MEC divulgado hoje, 115 instituições ofereceram, em 2008, cursos de graduação a distância. São 18 a mais em relação às registradas no ano de 2007. “A oferta de ensino à distância é uma tendência mundial acentuada ainda mais pelas novas tecnologias”, explica Reynaldo Fernandes, presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep). De acordo com ele, o perfil do aluno é diferente no curso a distância e nos presenciais. "São, muitas vezes, alunos mais velhos e que trabalham", completa.
O número de vagas e cursos cresceu ainda mais. Foram criados 239 novos cursos, representando um aumento de 58,6% no período. E o número de vagas cresceu 10,3%, ou seja, uma oferta de 158.419 vagas a mais. O crescimento no número de vagas da educação a distância deu prosseguimento a um aumento que se observa desde 2003. Ao contrário do ensino presencial, o total de novos alunos quase dobrou na comparação de 2007 e 2008. O aumento de calouros foi de 42,2%.
De acordo com a secretária de Educação Superior do MEC, Maria Paula Dallari Bucci, os dados tendem a crescer ainda mais no próximo censo. "As instituições federais que fazem parte do Universidade Aberta do Brasil vão oferecer cada vez mais vagas a distância", afirma. De acordo com Reynaldo Fernandes, exames de qualidade dos alunos deixam claro que não há diferença no ensino. "O desempenho tem sido o mesmo", afirma.
Você está fazendo compras e se interessa por um produto, mas, antes de comprá-lo, quer ter certeza de que ele foi fabricado dentro dos padrões socioambientais. O que fazer? Voltar para casa e pesquisar a empresa que produz o artigo na internet, além de dar muito trabalho, não é nada moderno.
Na onda dos gadgets verdes, a moda agora – pelo menos nos EUA – é consultar, pelo seu celular ou iPhone, o novo aplicativo da GoodGuide – uma organização norte-americana que incentiva o consumo consciente – e descobrir, na hora, se o produto que você está comprando é ambientalmente correto.
Apenas com o número do código de barras, o aplicativo informa ao consumidor o grau de responsabilidade social e ambiental das mercadorias e, também, das empresas fabricantes. E, tudo isso, de graça! O serviço pode ser baixado por mensagem de celular – mas apenas os norte-americanos podem fazer uso dessa opção – e, também, pelo programa iTunes, para ser usado em iPhones.
Até agora, segundo a GoodGuide, mais de 60 mil produtos e empresas já foram cadastrados no aplicativo. Como o serviço nasceu nos EUA, mais uma vez os norte-americanos levam vantagem: muitas mercadorias que fazem parte do projeto, por enquanto, são comercializadas apenas lá. Mas a empresa tem uma solução para isso: toda vez que um usuário não encontrar um produto no sistema, ele será, imediatamente, priorizado na lista de inclusão de mercadorias da GoodGuide. Assim, quanto mais brasileiros usarem o aplicativo, mais ele vai ganhando a nossa cara.
Fonte: Super Interessante - 26/11/2009 http://super.abril.com.br/blogs/planeta/209900_post.shtml
Matéria Muito Bacana do G1 sobre a redação! Olha o que deram a idéia:
O candidato deve respeitar o gênero e não fugir do tema. É preciso cuidado com o excesso de criatividade.
Érica Polo Do - G1, em São Paulo
redação costuma assustar a muitos dos estudantes na época do vestibular. Mas, garantem professores, se os candidatos seguirem algumas regras não haverá o que temer. Uma das mais importantes é respeitar o tipo de texto que pedem os examinadores – se dissertação ou narração – e, além disso, não fugir do tema.
Entre as próximas provas a pedir redação estão a do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), que acontecerá nos dias 5 e 6 de dezembro; e segundas fases da Universidade Estadual Paulista (Unesp), em 20 e 21 de dezembro, e Fuvest, em 3 de janeiro. Tradicionalmente essas provas são dissertativas, em prosa e podem pedir que o candidato escreva sobre temas da atualidade.
“O aluno deve ter em mente que não adianta ele ser o melhor do mundo em narração se a prova pede dissertação. Ele não pode de jeito nenhum fugir do gênero pedido”, diz Célia Passoni, coordenadora de português do curso Etapa. Ainda segundo Célia, “escapar do tema é motivo para zerar”. Maria Theresa Fraga Rocco, diretora da Fuvest, lembra que já houve casos de alunos que não sabiam desenvolver o tema proposto e se desviaram do assunto. “Aí mora o perigo”, alerta.
O naturalista inglês Charles Darwin foi criado como um lorde, mas prefere a linguagem coloquial para comentar o impacto de suas idéias e relembrar suas aventuras a bordo do navio Beagle
Charles Robert Darwin nasceu em 12 de fevereiro de 1809, na Inglaterra. Seu pai queria que ele seguisse a profissão dos homens da família, a medicina. Mas o curioso estudante, que colecionara insetos e pedras quando criança, não suportou a primeira cirurgia a que assistiu. O pai sugeriu, então, que se tornasse clérigo. No entanto, logo viu o rapaz embarcar como naturalista do barco inglês Beagle, cuja missão era mapear a costa sul-americana.
Resignado, o pai acabou fazendo investimentos que permitiram ao jovem não ter que trabalhar. Assim, Darwin pôde dedicar-se a pesquisar e desenvolver teorias. E que teorias! Com a publicação de A Origem das Espécies, ele concluiu que os seres evoluem por meio da chamada "seleção natural" - em que os indivíduos que nascem mais aptos às condições do ambiente prevalecem sobre os outros e passam suas características adiante. A idéia sacudiu o pensamento da época, acostumado a ver homens e animais como fruto da criação divina.
História - O senhor embarcou no Beagle aos 22 anos, em 1831, e viajou até 1836. A jornada forneceu a base das observações usadas para formular as teorias da evolução e da seleção natural. Mas A Origem das Espécies só foi publicado em 1859. Por quê?
CHARLES DARWIN - Minha filha, você pensa que uma teoria dessas surge assim, do nada? Não bastou embarcar no Beagle, dar um rolê pelos mares e continentes afora, olhar aí uma meia dúzia de passarinhos e tartarugas, voltar e tirar o homem da confortável posição de centro do Universo e rei da criação – que a Igreja se esmerou em lustrar por tanto tempo. Precisei desenvolver minhas idéias: cataloguei o que havia coletado, continuei observando os seres em seu meio e queimei muitos, muitos neurônios.
Pensei que o senhor fosse chegado ao linguajar da aristocracia inglesa, que se expressasse como um gentleman...
Ah, sim. Mas isso foi em vida, minha doce flor do campo. Depois que a gente bate a caçuleta e passa para o outro lado, fica mais relaxado, sabe?
Sei... Mas sigamos: o senhor esperava que sua teoria causasse tanta balbúrdia?
Lógico! Desconfiava seriamente de que o pessoal mais chegado à Igreja ia mesmo querer me pegar. E, naquela época, a teoria da criação representava muito mais que a simples idéia de que Deus criou o mundo e seus habitantes em seis dias e desde então a vida seguiu. Essa crença estava na base de quase tudo. Acreditar na evolução era coisa de ateu, revolucionário ou maluco.
O que achou da reação da sociedade?
Claro que a gente nunca espera se ver retratado com o corpo de um macaco, mas... Quer saber? Eu nem liguei para as caricaturas. Isso porque, antes de tornar públicas minhas idéias, pensei um bocado. Tive, inclusive, que superar minhas próprias crenças num Deus bondoso e benevolente, cuja expressão máxima seria a perfeição da criação. Conforme os anos foram se passando, uma coisa eu aprendi: o ser humano gosta de pensar que está acima dos animais, mas não é bem assim, não. Eu disse, em um dos meus livros, que “o homem ainda traz em sua estrutura física a marca indelével de sua origem primitiva”. Tô certo ou tô errado?
Como foi sua relação com o antropólogo, biólogo e geógrafo inglês Alfred Russel Wallace, que desenvolvia simultaneamente uma teoria semelhante à sua? Há quem diga que o senhor passou a perna nele...
Nada a ver. Ele foi um grande interlocutor e colaborador, trocávamos cartas. Isso acontece direto: mais de uma pessoa tem a mesma idéia ao mesmo tempo. Só levei a fama porque acabei publicando oficialmente antes dele.
Seu pai chegou a sugerir que o senhor virasse padre. O senhor acha que teria dado certo na carreira religiosa?
Imagina. Ia pegar mal à beça para um clérigo dizer que aquela história bíblica de “faça-se a luz” era uma papagaiada.
Como foi a viagem a bordo do Beagle?
Teve seus altos e baixos. Recolhi material suficiente para, depois, desenvolver uma teoria revolucionária. Por outro lado, eu enjoava que só vendo. E, hoje em dia, desconfiam que fui picado pelo barbeiro e contraí a doença de Chagas na América do Sul. Ninguém soube me curar, mas foi a viagem da minha vida.
O que o senhor acha dos debates atuais entre evolucionismo e criacionismo? E da teoria do design inteligente, que afirma que há uma inteligência superior por trás da evolução?
Cada um acha o que quiser. Mas é preciso que todos tenham acesso ao conhecimento acumulado pela humanidade para escolherem como preferem responder à velha pergunta: “De onde viemos?”
Existe um prêmio, o Darwin Awards, que, segundo os organizadores, “honra aqueles que ajudaram a melhorar o gene humano matando a si mesmos”...
Ha, ha, ha! Boa piada, espero que não seja mal interpretada. Sei que algumas de minhas idéias foram bastante distorcidas pelo nazismo, por exemplo, que recorreu à seleção natural para fundamentar a eugenia. Isso me deixa fulo.
Sabe que correram boatos de que o senhor se converteu no leito de morte?
Besteira. Eu nunca fui ateu. Jamais neguei a existência de Deus. Só disse que a criação não ocorreu como a Bíblia prega. Minha esposa ficava meio ressabiada. Tinha medo de que minhas idéias impedissem a gente de se encontrar após a morte, no paraíso.
Falando no além, após seu enterro na Abadia de Westminster, em Londres, ao lado de Isaac Newton, seu filho declarou que imaginava as longas conversas que vocês dois teriam durante o descanso eterno. Sobre o que vocês falam?
Trivialidades, acredita? Nossa contribuição para a ciência já foi feita em vida. Agora, comentamos sobre o jogo do Arsenal ou trocamos receitas de peixe com batatas.
*CLARISSA PASSOS é uma das Garotas que Dizem Ni, jornalistas e escritoras responsáveis pelo site www.garotasquedizemni.com. Especialista em generalidades, tem como passatempo imaginar como os grandes nomes - que hoje surgem sérios nos livros de história - levavam suas vidas cotidianas.
Saiba mais
Livro
A Origem das Espécies, Charles Darwin, Martin Claret, 2004 - Edição popular e com texto integral da revolucionária obra.
Autobiografia (1809-1882), Charles Darwin, Contraponto, 2000 - As memórias do cientista foram publicadas muitas vezes com rigorosa edição de sua família, que temia expor as conclusões anotadas por ele ao fim da vida. Esta edição em português traz o texto integral.
Fonte: Super Interessante - - - > http://historia.abril.com.br/ciencia/charles-darwin-homem-evolucao-434742.shtml
Começa nesta segunda em Brasília o Fórum Mundial de Educação Profissional e Tecnológica
Até o dia 27 de novembro, especialistas de 15 países se reúnem no Centro de Convenções Ulysses Guimarães para conferências e debates no Fórum Mundial de Educação Profissional e Tecnológica, cujo tema é Educação, desenvolvimento e inclusão. A abertura do evento ocorre na noite desta segunda-feira (23/11), com a presença do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e apresentações da Escola de Teatro Bolshoi e do Grupo Tholl - Trupe Circense.
Mais de 40 conferencistas de quatro continentes fazem parte da programação. Entre eles, nomes de brasileiros como Leonardo Boff, Miguel Nicolelis e Paul Singer, além de Bernard Charlot (França), Álvaro Marchesi (Espanha) e muitos outros.
Podem participar das atividades nos próximos dias estudantes, professores, pesquisadores, trabalhadores, governos, sindicatos, associações e sociedade civil organizada. O público estimado é de 15 mil participantes. As inscrições podem ser feitas pelo site oficial do fórum até o dia do evento.
No endereço (www.mec.gov.br/fmept ), também há informações mais detalhadas sobre conferências, debates temáticos, atividades autogestionadas, atividades culturais, feira gastronômica, mostra de inovação, caravana da anistia, biblioteca fórum, exposição de pôsteres e feira economia solidária.
As águas e os recursos hídricos foram temas de 15 questões das provas de ciências da natureza e de ciências humanas no Enem que vazou. De longe, foi o assunto mais cobrado, seja em aspectos químicos da matéria, seja em perguntas de conhecimentos gerais sobre a distribuição do recurso no planeta.
Um engenho no Rio de Janeiro processa a cana para a produção de etanol. Os biocombustíveis e as energias alternativas foram o segundo assunto mais abordado na prova de ciências naturais. Foram cobrados principalmente tópicos relacionados a conhecimentos gerais dos combustíveis e a comparação entre vantagens e desvantagens de cada um deles.
Os problemas das cidades e a vida veloz foram abordados em oito questões de ciências humanas e naturais. Há perguntas sobre ilhas de calor, mas também sobre o processo de crescimento das áreas urbanas.
Por que o arroz e o feijão formam uma boa combinação alimentar? Uma das questões do Enem 2009 que vazou quer saber exatamente isso. A biologia e a química são abordadas com foco na saúde. Daí, a necessidade entender quais são as gorduras mais saudáveis e sua composição química. O SUS (Sistema Único de Saúde) também foi tratado em uma pergunta de conhecimentos gerais
A cidadania e as noções de direitos e deveres em sociedade são temas que aparecem em cinco questões da prova de ciências humanas do Enem 2009 que vazou. Como o assunto é abrangente, há desde testes que abordam o coronelismo até textos sobre a natureza histórica da cidadania. Em geral, são perguntas que fornecem elementos para reflexão
Poluição do ar, da água, lixo, queimadas, aquecimento global e o conceito de desenvolvimento sustentável foram pretexto para cinco testes da prova de ciências humanas e naturais do Enem 2009
A cultura popular, as artes, o grafite foram temas abordados pelos examinadores do Enem 2009.
Em 1939, começava a Segunda Guerra Mundial e a data não foi esquecida pela banca elaboradora do Enem. Quatro testes abordavam o conflito, entre eles, um perguntava especificamente sobre ataque japonês a Pearl Harbor, mostrado na imagem. Datas importantes parecem agradar aos examinadores: a crise de 1929, que completou 80 anos também foi alvo de teste
No bicentenário de nascimento do naturalista inglês Charles Darwin (1809-1882) e nos 150 anos de publicação de "A Origem das Espécies" (1859), as ideias sobre evolução continuam em pauta. Tanto é que o Enem cobrou três testes sobre o assunto.
O tema genética e reprodução foi outro queridinho dos examinadores do Enem: três perguntas versaram sobre o assunto.